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Mostrando postagens de agosto, 2016

CONFIANÇA: do comportamento à matemática.

O primeiro passo para o país voltar a crescer será a retomada da CONFIANÇA. O quê já está acontecendo. A confiança é como um termômetro que mede o nível de disposição dos agentes econômicos de apresentarem comportamento positivo. Com a melhora da confiança, o consumidor compra mais, o empresário investe mais e o industrial produz mais. Mas confiança em quê? Confiança que as coisas vão melhorar. É como um gatilho. Neste momento, estamos vivendo algo parecido. Embora o Brasil ainda esteja em recessão, esta já dá sinais de arrefecimento. Por quê? Porque os agentes econômicos de um modo geral, acham que a saída da Presidente afastada Dilma Roussef pode ser um início de uma melhora no panorama geral. Muitos acham que o novo governo será capaz de implementar medidas econômicas que a Presidente afastada não conseguiu, portanto já pensam que o quadro vai melhorar. Já falei aqui sobre expectativas e como os agentes a antecipam. Pois bem, é como um processo de trabalho. Aumentando a conf...

"Tenho visto na TV que a economia está dando sinais de melhora, mas como pode isso se o desemprego ainda aumenta?"

Aí você pergunta: "Tenho visto na TV que a economia está dando sinais de melhora, mas como pode isso se o desemprego ainda aumenta?" O desemprego hoje é o maior desde que o IBGE começou a realizar a PNAD em 2012. Estamos como 11,3% e mais de 11 milhões de brasileiros desempregados. O que acontece é o seguinte: O empresário demora a demitir durante a crise, mas também demora a contratar. É muito custoso fazer as duas coisas. Na hora de demitir, ele pensa duas vezes, porque o empregado foi treinado, já possui experiência, vai receber rescisão e etc. Na hora de contratar, o empresário precisa ter a certeza de que as coisas vão melhorar, ele precisa ter confiança nisso. Porque ele vai gastar treinando o empregado, contratando uma empresa (ou mais funcionários em seu departamento) de RH pra realizar as contratações, além de aumentar o custo via salário do empregado. Ou seja, contratar em si gera custo, fora o custo do próprio salário que o empregado irá receber ...